10
de
novembro
Sempre fui arteira…
Nunca fui artista mas sempre fui arteira.
Menina levada, adolescente ansiosa e festeira, mulher sempre muito ágil nos movimentos e rápida de raciocínio.
Sempre a 1 000 km por hora, como dizia minha mãe.
E nessa rapidez diária, acontecem pequenos e frequentes acidentes.
O último deles, e que ainda sofro as consequências, foi ter quebrado a clavícula direita num violento tombo em plena sala de espera de uma clínica de exames médicos.
Desmaios daqui, choros e lamentos de lá, e a confirmação da fratura.
Estou imobilizada, sentindo fortes dores durante os dias e noites.
Hoje passo por aqui para deixar meu carinho e agradecimentos a todos que me deixaram mensagens via blog, e-mails e telefonemas para saberem notícias minhas, já que, literalmente sumi.
Mas tirando a fratura, dores e os incômodos, estou bem e feliz.
Um beijo a todos que por aqui passam e mais uma vez, obrigado.

