29
de
julho
Eu existo

Não há homem ou mulher que por acaso não se tenha olhado ao espelho e se surpreendido consigo próprio.
Por uma fração de segundo a gente se vê como a um objeto a ser olhado. A isto se chamaria talvez de narcisismo.
Mas eu chamaria de: alegria de ser. Alegria de encontrar na figura exterior os ecos da figura interna:
ah, então é verdade que eu não me imaginei, eu existo.

(Clarice Lispector in A Descoberta do Mundo)
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Comentário por Joana Pratti — 30 de julho de 2008 (1:46)
Oi, amiga!!!
Como é gostoso e bonito se ver por dentro. Ver tantas qualidades que as vezes a vida, com sua realidade cruel, tenta apagar.
E isto me lembra um poema de Fernando Pessoa:
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Faz-nos pensar, não é verdade?!
A alma ecoa os passos que o coração presume ser assim.
O futuro vamos modelar, no presente em que desejamos estar.
Ao som dos ecos da alma, deixemos nos levar.
Bjs
Comentário por candy — 31 de julho de 2008 (22:00)
to sumida, né?
Ando tão desanimada e preguiçosa que vc nao queira imaginar…
vou tentar ficar mais antenada na net, viu?
hihi
^^
“A essência precede a existência”.
Não sei quem ao certo escreveu isso, mas eu já estudei um bocadinho disso no meu estágio final.
Profundo né?
;**
Comentário por Ju — 1 de agosto de 2008 (15:26)
Passei para lhe deixar um abraço e lhe desejar um excelente final de semana.