Vida

Criei esse espaço para meus filhos, minha família e meus amigos. É o meu diário virtual onde quero deixar registrado histórias do meu dia-a-dia, com momentos de alegrias, de tristezas, de dúvidas, de medos. É apenas para vocês!

31

de
março

Visitas no VidaMaria

 

Dá para derramar em palavras…

Gritos, lamentos,lágrimas, indignações, saudade, suspiros, agradecimentos, desculpas, gargalhadas, revoltas, amor, arroubos de amizade, risos … enfim, a vida em palavras!!!!

E com elas, vou contando um pouco do que sou capaz de transmitir sobre minhas alegrias, minhas tristezas, minhas dúvidas, meus amores e dissabores.

Gosto de escrever, mesmo sabendo que não tenho o dom da escrita. ( o que peço desculpas).

Escrevo apenas, a minha maneira, direta e simplesmente, e fico feliz em saber que através de verdades aqui contadas, já fiz tantos amigos.

Gosto de vir cedinho aqui neste meu mundinho, ler os comentários,  olhar o número de visitas que recebo. Me faz bem, me envaidece, me sinto  querida e amada. E são vocês que fazem com que eu me sinta assim.

Leio um a um os comentários e nem sempre respondo, mas saibam, meus queridos, que leio atentamente e muito me ajudam a seguir em frente, as palavras que vocês escrevem aqui, neste meu cantinho virtual.

Hoje, como último dia do mês, exponho o número de visitas recebidas. Espero poder continuar escrevendo, espero que vocês continuem comigo, espero que sintam em mim a amiga sempre presente e saibam que mesmo atrás desta aparente distância, estou pertinho do coração de cada um de vocês.

Um abraço aos 1.285 amigos que por aqui passaram  neste mês de março/2008, e meu agradecimento.

 

Uma boa semana a todos, e meu carinho a cada um de vocês.

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PS.  Meus exames deram bem, e eu feliz com o resultado.

 

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26

de
março

Surpresas da Vida

 

 

Há 2 anos atrás, nesta mesma época do ano, final de março, me preparava para passar três meses nos Estados Unidos, junto ao meu filho Renato, que lá trabalhava como engenheiro para uma empresa alemã.

Feliz, mas numa ansiedade incontrolada, contava os dias para a chegada da data em que iria embarcar ao encontro dele e para mais um passeio tão sonhado. Estar uns dias com meu filho, era a única coisa que eu queria. Mil e um planos traçados para passeios, para noites de papos, para dar e receber carinho deste filho que desde aos 17 anos, já partia de casa em busca de mais conhecimentos, e por ainda não termos na época aqui em nossa cidade, o curso universtário que ele havia escolhido para sua vida profissional, foi cursar Engenharia de Automação ou Mecatrônica, em Porto Alegre (RS).

Após 4 anos e meio se formou para minha alegria, já estando com viagem marcada para Alemanha onde iria fazer mestrado.
E depois de encerrar sua especialização, ficou trabalhando para essa empresa alemã, morando assim, por 4 anos em Harburg (Hamburg), depois a empresa o mandou para um projeto no México onde ficou por mais dois anos e por fim, foi para os Estados Unidos onde ficou numa cidade próxima a Chicago.

Apesar de sempre vir nas férias e eu também ter ido visitá-lo em cada país por onde esteve, faltava ir a Chicago. Como mãe queria sondar o terreno… (rs). Quera ter certeza que estava em terra firme. Coisas de mãe…. Mas isso me deixava mais tranquila e quando perdia horas pensando nele, o imaginava sempre em cada cantinho que havia conhecido e assim a dor da saudade era um pouco menor.

Bem… ele me liga um certo dia de março de 2006, e disse: Mãe, já comprei tua passagem para final de abril e retornarás final de julho. Está bem assim? Topas vir para cá?
Uauuuuuuuu,… é tudo que eu quero, disse eu a ele.

E assim comecei os preparativos. E uma de meus cuidados foi ir ao médico e fazer exames de rotina já que já era hora, e queria ir despreocupada em relação a minha saúde.

E, num dos exames que fiz, (ultrasonografia pélvica), apareceu algo estranho em minha bexiga.
Estranhei o médico fazendo tantas perguntas ao invés de falar como em outras tantas vezes que tudo estava bem. Eu, já um pouco preocupada perguntei: Doutor, por um acaso estou com câncer?

Ele não respondeu porque era óbvio que não poderia dizer porque neste exame ele ainda não poderia precisar o que era aquele algo estranho que ele via.
Mas me mandou imediatamente procurar um uroligista, que por ser amigo da família, me conseguiu hora para o outro dia. Era uma quarta-feira, e fui à consulta.

Cheguei, falei que iria viajar dentro de uns 15 dias, mas que queria ver antes o que estava acontecendo. Ele me proibiu de viajar e marcou já, para a sexta-feira daquela mesma semana, um exame mais minucioso em mesa cirúrgica, onde, além de fazer uma raspagem, seria feito uma biópsia.

Fiquei assustada, mas pensei: nada terei de tão sério. Não sinto nada… eu nunca lembrei na vida que tinha bexiga… então que bobagem é essa?

Mas o resultado da biópsia veio após alguns dias. CARCINOMA.

Eu fiquei meio paralisada, e mesmo o médico dizendo que eu estava bem, que não havia metástase, e que ele já havia retirado tudo, fiquei em estado de choque e caminhei pelas ruas totalmente sem rumo, como um barco à deriva em alto mar.

Fiz novo procedimento no hospital onde depois do resultado ele passou um líquido quimioterápico na região toda onde ele havia feito a raspagem, e ouvi: parabéns: Estás curada! Mas não deves viajar por enquanto. Seria bom estares por perto nesta fase.

Após 6 meses fiz novamente o tal procedimento, e agora, sexta-feira, 28/03, farei novamente.

Sei que está tudo bem, porque não sinto nada. Mas fiquei com uma sequela: desde esse dia fatítico, quando recebi o resultado, fiquei meio neurótica. Meus exames de rotina passaram a ser ao ínvés de anuais, semestrais. Peço ao meu médico me retalhar inteirinha através de exames pelo corpo todo e assim fico tranquila que não está surgindo nada em lugar algum do meu corpo. Fiquei um pouco ( bastante) insegura.

Fico pensando, nas supresas que a vida nos traz. Uma boas, outras não tão boas.
E assim, só me ( nos ) resta rezar sempre, agradecendo a Deus pela saúde, e pedir, sempre pedir, para que Ele nos abençoe e nos poupe de sustos assim, tão grandes e traumáticos.

Meus amigos, um abraço a todos, e… vamos viver cada minuto! Afinal, estamos diariamente sujeitos a receber supresas da D. Vida.

Boa semana!

 

Ps. Quanto ao meu filho Renato, após alguns meses do ocorrido, resolveu vir embora e hoje está aqui na cidade, trabalhando numa empresa local.  Está feliz assim como eu.

 

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23

de
março

Saudades da Páscoa de outrora…

 

 

 

Hoje estava aqui relembrando as Páscoas de tempos passados.
Minha mãe e meu pai transformavam essa data de uma forma tal, que é difícil, para mim, torná-la ao menos, parecida.

Era uma função que começava logo após o carnaval. Ela sempre queria algo diferente para seus 9 netos a quem eles ( os avós) tanto amavam. Digo 9, porque Mariah e Gabriel ainda não estavam neste mundinho e só chegaram algum tempo depois, quando a vó Duda, já havia partido.

Cestas enfeitadas com coelhas cor de rosa, laços, fitas e palhinhas, formavam os ninhos onde eram depositados os ovos, doces e iguarias. Para os meninos, o mesmo só que em tons de azul. Tinham que ser iguais em relação ao conteúdo. O que tinha em uma, tinham nas demais, para que nunhum neto ficasse triste.

Essa preparação durava 30, 40 dias, porque ela curtia criar esse momento de sonhos para os netos. E creio que conseguiu porque em tudo que ela fazia para eles, deixou marcas na memória de cada um deles.

E chegava o dia da Páscoa. E cedo, a vó Duda e o vô Barata despertavam, tomavam o café da manhã e já iam para o jardim da casa para esconder cada cesta em lugares distintos. Eram escondidos entre folhagens, entre flores, outras penduradas em árvores, e assim se divertiam pensando na alegria de cada um dos pimpolhos que logo, logo chegariam ali para fazer a festa.
Os mais velhos já entendiam que não era o coelhinho, mas brincavam para resguardar os pequenos que ainda acreditavam na velha estória.

Que tanta alegria, ver as crianças, procurando pelo jardim, as cestas que o coelhinho deixara na casa dos avós.
Não se sabia quais os olhos que brilhavam mais, se os da vó Duda e do vô Barata, ou os olhos dos pequeninos.
Era lindo de ver e é lindo lembrar de cada detalhe.

Cada cesta encontrada era uma festa. E então, depois da brincadeira, havia o almoço com toda a famíla reunida e no final da tarde, todos iam embora e os avós felizes guardariam na lembrança a alegria que eles haviam proporcionado aos netos.

Agora hoje…. meus filhos no Rio de Janeiro onde foram a um casamento, minha filha, agora neste exato momento, na casa de uma amiga onde participa da brincadeira de amigo secreto ( oculto).
Minha irmã com os filhos na casa dos sogros. Meus irmãos, não sei onde estão. As crianças, se tornaram adultos e não sei se já acharam suas cestas. E eu, com meu marido, que por sinal está de aniversário, assitindo TV, tomando um café com o bolo do aniversário, num silêncio quase dolorido, abrandado apenas pelas saudades da Páscoa de outrora.

Que a Páscoa de vocês, minha família e amigos, tenha sido linda. A minha, não foi como outrora, mas enfim, como dizem, é a vida…Não é?

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Um beijo a todos. Meus sobrinhos, meus irmãos, cunhados, aos meus filhos que amanhã já deverão estar de volta e então quem sabe, curtiremos a Páscoa com um pequeno atraso, ao meu marido, meus parabéns, e minhas desculpas por eu ser tão ligada aos meus filhos, que me parece não ter dado a atenção devida à  passagem de seu aniversário.
E aos meus amigos que por aqui passam, meu abraço e votos de uma semana feliz, muito trabalho e paz  em seus corações.

 

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20

de
março

Que venha o Outono…

 

 

Mais um Outono em minha vida.
A natureza troca a roupagem, e dos mais diversos tons de verde que representam o equilíbrio, a saúde, e um bem estar próprio da estação verão, passamos a ter uma paisagem em tons dourados, com um clima mais ameno, que me deixa definitivamente em "bemol".

Me percebo em meio tom abaixo do normal.

Meus movimentos de "alegretto" caem para um "adaggio" , e meu coração bate em compasso "quaternário".

É lindo, o Outono, apesar de um pouco triste.

Tento estar em sustenido, me esforço para que a melodia que rege esse novo tempo, leve minha alma e coração a sonhar e viver em compasso binário, mas esta alternância de pulsos fortes e fracos cria uma sensação de repetição onde permaneço numa lentidão meio dolorosa, numa rotina que me maltrata e sentimentos mornos, tomam conta de meu ser, assim como o Outono toma conta da natureza.

É o meio termo. Nem quente nem frio.
Sem cores fortes, sem muito brilho, mas nos proporcionando uma natureza de beleza ímpar, que se prepara, assim como eu, para o próximo ciclo da vida.
É um tempo de parada.
É um tempo de reflexão, de aceitação…
É um tempo onde tudo parace cochilar…
É um tempo de preparação onde posso constatar que tudo ainda pode ser maravilhoso e que posso ter um futuro brilhante e prazeroso, mesmo estando no outono de mina vida.

Quero ter em "pauta" apenas movimentos que podem até ser um "andante", mas que seja muito, muito tranquilo e esparançoso.
Em ritmo de marcha, quero chegar no inverno revigorada para poder curtir os dias frios e aconchegantes que me esperam, e poder sentir novamente a alegria de me sentir apta a desfrutar do que a vida tem de melhor a me oferecer.
Estou nessa… creio que mereço esse presente. Quero sentir com toda a intensidade, a magnitude do estar viva e desfrutar cada minuto de meus dias.
E que venha o Outono….

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Um abraço a todos que por aqui passam, e que mesmo sem deixar comentários, fazem com que o número de visitas, após tempos de férias, voltem a crescer, me estimulando assim, a escrever mais sobre a vida.
Esse é o meu diário virtual, onde escrevo para meus filhos, minha família e para amigos especiais.

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14

de
março

Saber Viver…

 

 

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!

 

(Chaplin)

 

Bom fim de semana e… aprendamos a viver!

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12

de
março

Charles Chaplin sobre a vida

 

 

 

"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"

 

 

11

de
março

O Silêncio…

 

 

"O silêncio é doçura:
Quando não respondes às ofensas,
Quando não reclamas os teus direitos,
Quando deixas à Deus a defesa da tua honra.

O silêncio é misericórdia:
Quando te calas diante das faltas de teus irmãos,
Quando perdoas sem remoer o passado,
Quando não condenas, mas intercedes em segredo.

O silêncio é paciência:
Quando sofres sem te lamentares,
Quando não procuras consolação junto aos homens,
Quando não intervéns, esperando que a semente germine lentamente.

O silêncio é humildade:
Quando te apagas para deixar aparecer teu irmão,
Quando, na discrição, revelas dons de Deus,
Quando suportas que tuas ações sejam mal interpretadas,
Quando deixas os outros a glória da obra inacabada.

O silêncio é fé:
Quando te apagas, sabendo que é Ele quem age…
Quando renuncias às vozes do mundo para permanecer na Sua presença…
Quando te basta que só Ele te compreenda."

 

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5

de
março

Quarta-feira…

 

Hoje é quarta-feira.
Meio da semana e já faço planos para sábado, domingo. Será que vou à praia?

Hoje é um bom dia para começar novos desafios. Todo dia é dia, mas quarta é tão especial para mim, como a sexta-feira. Porque será?
Penso: onde quero chegar? Sinto que meus sonhos me levam a voar alto onde me sinto leve, livre e solta.

Hoje quarta-feira.
E começo a ter aulas de Excell e Word. Quero dominar esses programas. Chega de depender de terceiros. Sempre achei que nasci para ser dependente, mas a cada dia percebo que busco a independência, não só financeira, mas principalmente, a independência emocional. Não quero mais ficar presa a nada e a ninguém.

Hoje é quarta-feira, dia da missa da saúde. Eu vou.
Gosto de receber as bençãos divinas, rezar pela minha família, pelos amigos, e por tantas pessoas que sofrem por algum mal que não os permitem viver intensamente e curtir a vida.

Hoje é quarta-feira dia em escolhi para fazer minha faxina mental.
Quero jogar fora tudo que me prende ao passado, principalmete momentos tristes. Quero jogar fora toda a tranqueira que guardo em pensamentos e que não me permite ser mais feliz, mas principalmente, quero hoje nesta quarta-feira, esvaziar meu coração. Quero tirar dele as mágoas que fui depositando com o passar dos anos, para ter mais paz e também para que as pessoas que ali permiti que fizessem seus ninhos, se sintam aconchegados, protegidos , e não se sintam tentados a trocar de morada. Porque ali, em meu coração, só estão pessoas especiais e que eu amo incodicionalmente.

Uma boa quarta-feira a vocês e… sintam se meu coração já não está mais leve.

 

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2

de
março

Hoje estou com preguiça…

Hoje, com uma preguiça  peculiar e própria de domingo, lembro de um samba de  Darcy da Mangueira, chamado  "Samba do Trabalhador", mas que na verdade deveria se chamar, "Samba do "Preguiçoso", porque retrata bem o que estou sentindo neste exato momento… ahahahah

Pior é que é verdade. Não estou exagerando. Leiam a letra que tem um certo humor,  e se estiverem se sentindo assim como eu, curtam a música gravada por Martinho da Vila, que está no site: …. que site mesmo? Esqueci… me ajudem e busquem por ele, porque hoje eu tô com muiiiiita preguiça.

 

Samba do Trabalhador ( do preguiçoso - rs)

"Na segunda-feira eu não vou trabalhar
É, é, é a
Na terça-feira não vou pra poder descansar
É, é, é a
Na quarta preciso me recuperar
É, é, é a
Na quinta eu acordo meio-dia, não dá
É, é, é a
Na sexta viajo pra veranear
É, é, é a
No sábado vou pra mangueira sambar
É, é, é a
Domingo é descanso e eu não vou mesmo lá
É, é, é a
Mas todo fim de mês chego devagar
É, é, é a
Porque é pagamento eu não posso faltar
É, é, é a

E quando chega o fim do ano
Vou minhas férias buscar
E quero o décimo-terceiro
Pro natal incrementar
Na segunda-feira não vou trabalhar
É, é, é a
É, é, é a

Eu não sei por quê tenho que trabalhar
Se tem gente ganhando de papo pro ar
Eu não vou, eu não vou
Eu não vou trabalhar
Eu só vou, eu só vou
Se o salário aumentar
É, é, é a
É, é, é a

A minha formação não é de marajá
Minha mãe me ensinou foi colher e plantar
Eu não vou, eu não vou
Eu não vou trabalhar
Eu só vou, eu só vou
Se o salário aumentar
É, é, é a
É, é, é a

Tô cansado… "

 

Bjos e boa semana!!!!!  Mas vamos trabalhar, galerinha.  Não deixemos que a preguiça tome conta de nós.

 

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